terça-feira, 8 de maio de 2012

LAR SANTA MONICA, CRESCE E SE EMBELECE

fachada principal da casa Santa Mónica

+ (puedes leer la noticia en ESPAÑOL al final del artículo)


Parece que foi ontem quando colocabamos a primeira pedra do Lar Santa Mônica no Condominio Espiritual Uirapurú (CEU). Era o dia 19 de março do 2009. O dia 27 de agosto desse mesmo ano inaugurávamos a primeira casa de acolhida que ficaria operativa um mes mais tarde. Apenas tres anos depois de essa historia que começava tímida, sem saber muito bem para onde ia, mas com o coração cheio de amor e de esperança, hoje o Lar Santa Mônica tem crescido. Igual uma mocinha que vai crescendo e vai-se enfeitando, assim o Lar Santa Mônica cria e recria suas estruturas a cada dia... para estar sempre bonito e assim ajudar a recuperação das crianças e adolescentes.

Todo isto tem-se realizado graças à ajuda de Deus e ao trabalho de muitas pessoas: doações particulares, feras  beneficentes, Ongs, Instituições publicas, OAR, etc.

Fica ainda muito por fazer, mas sabemos que não é de um dia para outro que as boas coisas acontecem. Precisa-se paciência, trabalho, criatividade e constância, pois as boas coisas da vida se fazem esperar. 

Queremos apresentar algumas fotos dos exteriores das construções para que com grande alegria todos podamo-nos sentir construtores deste lar que cuida da vida das crianças e das adolescentes. A todos os que participam na construção espiritual e material deste Lar, muito obrigado... e coragem, ainda falta muito por fazer!
Casa Santa Mônica
Casa Santa Mônica
Casa Santa Mônica
Casa Santa Mônica e no fundo casa N. S. da Consolação 
Fundos da casa N. S. da Consolação
Fachada principal da casa N. S. da Consolação

casa N. S. da Consolação
casa N. S. da Consolação, cozinha  escritórios
Cozinha
Cozinha e escritórios
Cozinha e casa N. S. da Consolação
Escritorios/casa de voluntarios
Parquinho

Parquinho




estacionamento 

Escritorios

garagem - projeto Abrigo verde



NOTICIA EN ESPAÑOL:

Parece que fue ayer cuando colocábamos la primera piedra del Hogar Santa Mónica en el Condominio Espiritual Uirapurú. Era el dia 19 de marzo de 2009. El día 27 de agosto de ese mismo ano inaugurábamos la primera casa de acogida que estaría operativa un mes más tarde. A penas tres años depués de esta historia que comenzaba tímida, sin saber muy bien par dónde iba, pero con el corazón lleno de amor y esperanza, hoy el Hogar Santa Mónica ha crecido. Igual que una chavalilla que va creciendo y se va acicalando, así el Hogar Santa Mónica crea y recrea sus estructuras cada día, para estar siempre bonito y así ayudar a la recuperación de las niñas y las adolescentes.

Todo esto se ha realizado gracias a la ayuda de Dios y al trabajo de muchas personas: donaciones particulares, mercadillos benéficos, Ongs, Instituciones públicas, OAR, etc.

Queda todavía mucho que hacer, pero sabemos que no es de un día para otro que las cosas buenas suceden. Se necesita paciencia, trabajo, creatividad y constancia, pues las cosas buenas de la vida se hacen esperar.

Queremos presentar algunas fotos de los exteriores de las construcciones para que con gran alegría todos podamos sentinos constructores de este hogar que cuida de la vida de niñas y adolescentes. A todos los que participan en la construcción espiritual y material de este Hogar, muchas gracias... y ánimo, todavía falta mucho que hacer!

domingo, 6 de maio de 2012

SOLIDÁRIOS ORGANIZA FESTA NO CEU


+ (puedes leer la noticia en español al final)


O CEU foi palco da ação social do grupo Solidários, que resgatou a Páscoa e desenvolveu atividades lúdicas

A menos de um dia para o fim de abril, três das dezoito entidades do Centro Espiritual Uirapuru (CEU) tiveram a Páscoa celebrada por meio de ação social do grupo Solidários. Foram elas: Casa do Menor São Miguel Arcanjo, Lar Santa Mônica e Associação Nossa Senhora Rainha da Paz (Anspaz). As crianças e os adolescentes foram recebidos na quadra da Casa do Menor com brinquedos infláveis, mágico, pintura no rosto, desenhos para colorir e uma mesa recheada de bolo e cachorro-quente.

Em meio à gritaria e correria, as vinte crianças da Anspaz, que têm de 7 a 12 anos, subiram ao palco da quadra do evento e ofereceram, como denominou a coordenadora voluntária Tereza Cristina de Jesus Lima, um presente para a festa. A apresentação, que envolvia duas canções e duas danças apenas ao som do violão e da voz dos pequenos artistas, foi organizada nos dois dias anteriores à Páscoa. 


Além da Anspaz, quem também aproveitou a manhã de ação social foi a garotada da Santa Mônica. Ao todo são dezenove jovens, que vão de 5 a 17 anos, e três mães sociais que se revezam em desenvolver atividades específicas, como aulas de arte ou espanhol, e orientação diária das pequenas pelos valores da vida.


De acordo com a Irmã Eudes Alves de Castro, educadora social do Lar Santa Mônica, excetuando o trabalho feito em sua entidade, dentro do CEU é feita também uma contribuição entre as casas. Como ela descreve, trata-se de uma partilha. Por viverem basicamente de doações, por vezes falta algum item de necessidade básica, assim como em outras associações do Centro, dessa forma, eles se ajudam, dividindo o que têm para, assim, não faltar a ninguém. 


De cinco anos como voluntária, a estudante de Direito, Ianne Moreira, desenvolveu o projeto para reunir forças para ajudar crianças e idosos, na maioria das vezes. O Solidários, dos seus 15 integrantes iniciais, tomou proporções maiores nos seus sete meses de criação, contando agora com 90 no grupo. “Cresceu no boca-a-boca e via Facebook”, explica a jovem. A cada mês, organizam ações em diferentes entidades e grandes eventos em datas comemorativas. Os locais são escolhidos nas reuniões com os voluntários.


http://www.facebook.com/GrupoSolidarios


NOTICIA EN ESPAÑOL:


SOLIDÁRIOS ORGANIZA FIESTA EN EL CEU



El CEU fue escenario de la acción social del grupo Solidaridad, que rescató a la Pascua y desarrolló actividades recreativas.
A menos de un día para terminar el mes de abril, tres de las dieciocho entidades del Condominio Espiritual Uirapuru (CEU) celebró la Pascua a través de la acción social del grupo Solidaridad. Fueron: La Casa del Menor São Miguel Arcángel, Lar Santa Mónica y la Asociación Nuestra Señora Reina de la Paz (Anspaz). Los niños y adolescentes fueron recibidos en la plazoleta de la Casa del Menor con los juguetes inflables, mágicos, pintura en la cara, dibujos para colorear y una mesa llena de pasteles y hot dogs.
En medio de los gritos y algarabía, los veinte niños de la Anspaz, que son entre 7-12 años, subieron al escenario de la plazoleta y ofrecieron, como denominó la coordinadora voluntaria Teresa Cristina de Jesus Lima, un regalo para la fiesta.
La presentación tenía dos canciones y dos bailes. El sonido de la guitarra y la voz de los pequeños artistas fue organizada en los dos días anteriores a la Pascua.
Además de la Anspaz, quien también participó de la mañana de la acción social fueron las niñas del Lar Santa Mónica. En total son diecinueve jóvenes, que van desde los 6 a los 17 años, y tres madres que se turnan para desarrollar actividades específicas, como clases de arte o español, y de orientación cotidiana a las pequeñas de los valores de la vida.
Según la hermana Eudes de Castro Alves, educadora en el Lar Santa Mónica, que está ejerciendo su trabajo en Lar, en el CEU, también se hace una contribución entre las casas. Como ella describe, aquí se comparte. Como viven básicamente de donaciones, así como en otras asociaciones del Condominio, ellos se ayudan compartiendo lo que tienen para que a nadie le falte lo necesario.
En cinco años como voluntaria, la estudiante de derecho, Ianne Moreira, desarrolló el proyecto para unir fuerzas para ayudar niños y mayores en la mayoría de las veces. El grupo Solidarios, de sus 15 miembros originales, tomó mayores proporciones en sus siete meses de la creación, y ahora cuenta 90 en el grupo. "Creció en la palabra de boca en boca y a través de Facebook", explica la joven. Cada mes organizan acciones en diferentes entidades y también grandes eventos en fechas específicas. Los lugares los eligen en las reuniones con los voluntarios.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O MAIOR PRESENTE QUE DEUS NOS DEU – A VIDA – É PARA SER CELEBRADA


os aniversariantes do mes de abril:
1 menino e  e Luzinha da Casa do Menor,
2 meninas, Valeria e Luiza do Lar santa Monica.
Os enfeites sao realizados
com materiais reciclados


+ (también puedes leer la noticia en español a continuación del portugués)


A última sexta feira de cada mês é o dia dedicado a celebrar o dom da vida de cada aniversariante.  E no mês de Abril tivemos a alegria de celebrar o dom da vida do Frei Alberto, Diretor do Lar Santa Monica
No dia 30/04 Fr. Alberto completou mais um ano de Vida. No livro da VIDA ele enfeitou mais uma pagina, acolhendo muitas homenagens e  lembranças...
No dia 27/05 tivemos no  LAR SANTA MÔNICA  comemoração para todos os  aniversariantes  do mês (C., G. Frei Alberto, Valeria e Luiza) foi um momento de agradecer a Deus pelo dom da VIDA doada a serviço dos mais excluídos da sociedade.
Contamos com a presença amiga de outras entidades
do CEU, que  fortalecer os agradecimentos a Deus,
estiveram presentes membros da Rainha da Paz, os membros do Conselho do CEU, comunidade Novos Horizontes a casa do Menor, o qual Pe. Renato (fundador) co-celebrou com Frei Alberto . Também 
celebrávamos os aniversários de um menino da Casa do Menor e da Luzinha. Nesse momento da Santa Eucaristia, se fez presente a Unidade do CEU,  partilhando muitos  gesto de amizade, amor,  carinho e  simplicidade.
Como em todos os meses tivemos um tema, com o personagem elegido e dessa vez foi o tio Patinhas... Todos nos questionavam o porquê do tema e logo eram informados da dedicação do Frei Alberto em conseguir recursos para manter o Lar Santa Monica (lembramos que as suas férias se transformam em momentos de sensibilização e mobilização para capitação de recursos).  Estava tudo muito colorido e enfeitado, sem esquecer-se das moedinhas de chocolates.

E no dia 30/04, os funcionarios, crianças e adolescentes, mais uma vez no LAR SANTA MÔNICA homenagearam Fr. Alberto com uma festinha surpresa,  com mensagens, entrega de flores e quadro feito por elas, além de muita comida e refrigerante.

Em plena festa Fr. Alberto trouxe um presente e fez uma brincadeira para homenagear o Lucélio  por ser papai mais uma vez (pois sua esposa está grávida – Luquinhas terá um(a) irmãozinho(a).
Enfim, cantemos os parabéns coroando os dois pelo DOM da VIDA, graças concedida aos que tem Deus como pai e que permanece firme na Fé.
As balinhas e doces são feitos
pelas adolescentes
 

NOTICIA EN ESPAÑOL:


EL MAYOR REGALO QUE NOS HA DADO DIOS  - LA VIDA – ES PARA  CELEBRARLA

El último viernes de cada mes es el día dedicado a celebrar el don de la vida de los que completan años ese mes. Y para nuestra alegría, en este mes de abril quien completaba años fue Fr. Alberto, Director del Lar Santa Mónica.
El día 30/04 Fr. Alberto completó  un año más de vida. En el libro de la vida él adornó una página a más, acogiendo muchas homenajes y recordaciones.

El dia 27/04 celebramos en  el Lar Santa Mónica  la fiesta para todos los que cumplían años ese mes (C., G., Fr. Alberto, Valeria y Luiza). Fue un momento de dar gracias a Dios por el don de la vida donada al servicio de los más excluídos de la sociedad.
Contamos con la presencia amiga de otras comunidades del CEU, que fortalecieron los agradecimientos a Dios. Estuvieron presentes miembros de la Comunidad Reina de la Paz, los miembros del consejo del CEU, Comunidad Nuevos Horizontes y la Casa del Menor. El PE. Renato, fundador de la Casa del Menor, concelebró con Fr. Alberto. También celebramos el cumpleaños  de un chico de la Casa del Menor y de la Luzinha. En el momento de la Eucaristía se hace más presente la unidad del CEU, compartiendo muchos gestos de amistad, amor, cariño y simplicidad
Como en otros meses, tuvimos un tema con un  personage elegido. Y de esta vez fue el Tío Gilito. Todos preguntaban el porqué de ese tema y en la hora eran informados de la dedicación  de Fr. Alberto en conseguir ayudas para mantener el Lar Santa Mónica ( os recordamos que sus vacaciones se transforman en días de sensibilización y movilización para captar recursos). Estaba todo muy coloreado y adornado, sin olvidarnos de las monedillas de chocolates.
El día 30/04, los funcionarios, los niños y adolescentes, una vez más en el LAR SANTA MÓNICA hicieron un homenaje a Fr. Alberto con una fiesta sorpresa, con mensajes,  ramos de flores y un cuadro hecho por ellas. Naturalmente, hubo mucha comida y refresco
En el médio de la fiesta, Fr. Alberto trajo um regalo e hizo una broma para homenagear a Lucelio  por ser de nuevo papá. (Luquinhas va a tener un hermanito o una hermanita)
Al final, cantamos el cumpleaños feliz  coronando los dos por el don de la vida, gracias concedida a los que tienen Dios como Padre en el corazón y que permanecen firmes en la fé.







terça-feira, 24 de abril de 2012

CRESCE A VIOLÊNCIA NA BARRA DO CEARA



+ (también puedes leer la noticia en español a continuación del portugués)


O povo da Barra do Ceará tem visto crescer nos últimos meses a violência nas suas ruas. Muitas áreas invadidas tem virado ´território´ do tráfico de drogas e de assassinatos

São locais onde a PM tem enfrentado, nos últimos dias, resistência de moradores no combate ao tráfico. 27 casos de Homicidios ocorreram somente na Barra do Ceará desde o começo do ano.

Na Barra do Ceará, a invasão ao antigo prédio da fábrica Villejack virou a Favela Gueto, onde traficantes contam com a ajuda dos moradores até para fazer barricada e impedir a entrada da Polícia

Barra do Ceará e Jangurussu tornaram-se, nos últimos meses, uma das principais ´dores de cabeça´ para as autoridades da Segurança Pública na Capital. Nestes dois bairros de Fortaleza, áreas invadidas agora são locais de persistente tráfico de drogas que, aliado à circulação de armas de fogo ilegais e a presença de ex-presidiários e fugitivos da Justiça, vem contribuindo para aumentar os índices de assassinatos praticados pelo tráfico contra jovens e adolescentes
Foi a partir dessa constatação que a SSPDS determinou à Polícia Militar intensificar as operações de ´saturação´ e ocupação nas duas comunidades. Na Barra do Ceará, dois pontos considerados críticos estão sendo vigiados diuturnamente pela PM.

Gangues

Um desses pontos é o Morro de São Tiago, na Comunidade das Goiabeiras (Barra do Ceará). Ali, gangues rivais de traficantes vêm patrocinando cenas de violência e tornando os moradores reféns do terror na Favela do ´Inferninho´ e na Comunidade Vila do Mar. Duas gangues, denominadas de ´Ratos da Barra´ e ´Diabos do Polo´, já travaram diversos tiroteios. O último, ocorreu há dez dias e deixou o saldo trágico de três pessoas mortas e outras duas baleadas.

Gueto
O segundo local que preocupa a Polícia ainda na Barra do Ceará e a Favela do Gueto, que, na verdade, se trata de uma ocupação ilegal de dezenas de famílias de sem-teto no terreno onde antes funcionavam a indústria de roupas Villejack, na esquina das avenidas Francisco Sá e Senador Roberto Kennedy, na Zona Oeste da cidade.
Naquela invasão, a Polícia já registrou diversos crimes de morte, neste ano, e vem encontrando dificuldades para controlar a segurança, já que os ´invasores´ tornaram-se aliados dos traficantes. Drogas e armas estão escondidas no lugar, onde a Polícia já fez diversas prisões.

Na noite da última quinta-feira, os moradores montaram até uma barricada para impedir que os carros da Polícia entrassem no local. "Somente as nossas motos e o policiamento à pé tiveram como entrar ali", contou o comandante do 5º BPM, tenente-coronel Francisco Souto, que estavam à frente de uma operação batizada de ´Bairros Seguros´, que tenta reverter a escalada dos homicídios na RMF.
Em duas semanas de operação da PM em diversos bairros da Capital, mais de 20 armas foram apreendidas na RMF.

Moradores acabam reféns do crime
“Saiam daqui, vão embora senão eles vão atirar em vocês. Esse negócio aí de Reportagem e nada é a mesma coisa pra eles. Vão embora, senão eles vão começar a atirar!”
A advertência foi feita por um morador da Favela do Gueto, na Barra do Ceará, aos repórteres do Diário do Nordeste, na semana passada, quando a equipe foi ao local especificamente fotografar a entrada da comunidade onde, no dia anterior, os moradores montaram uma barricada com paus, pedras e até um sofá velho, para impedir ou, ao menos, dificultar a entrada da Polícia no local. 

Crimes
As palavras do morador da favela aos jornalistas traduz o clima reinante naquele local. Por vários anos, o terreno onde estava instalada a fábrica de roupas jeans Villejack ficou preservado, mesmo após a empresa entrar em desativação. 
No entanto, há cerca de três anos, o local foi invadido e se transformou num ajuntamento de barracos, depois transformados em pequenas casas de alvenaria. O amontoado de casebres, com becos para todos os lados, ajudou aos traficantes a se instalarem ali. 
O comandante da 3ª Companhia do 5º BPM (Pirambu), major PM Marden Oliveira, tem determinado a seus policiais realizarem constantes batidas no local. Equipes do Batalhão de Rondas Intensivas e Ostensivas (BpRaio) também fazem constantes incursões com o apoio do Comando Tático Motorizado (Cotam), mas a dificuldade de localizar as armas e drogas dos traficantes é presente. 

“Estamos realizando operações permanentes não apenas lá, mas em outras áreas de risco, buscando fazer o desarmamento e apreender entorpecentes”, conta o comandante do 5º BPM, tenente-coronel Francisco Souto, responsável pelo policiamento em mais de 120 bairros da Capital cearense. 

Armamento e crack são apreendidas na favela
No mês passado, uma grande operação desencadeada na Favela do Gueto (Barra do Ceará) pela Delegacia de Narcóticos (Denarc) e Departamento de Polícia Especializada (DPE) resultou numa expressiva apreensão de armas de fogo de grosso calibre - como escopetas de calibre 2 e pistolas Ponto 40 - além de drogas, munição de diversos tipos e motocicletas roubadas que eram usadas no vai-e-vem dos ´aviões´ do tráfico naquela zona da cidade.

Segundo a Polícia, a dificuldade de entrar no local tem favorecido os traficantes na hora das operações. Eles conseguem fugir ou se escondem nas casas dos moradores e ali ficam até a Polícia ir embora. Também ficou constatado pela equipe da Denarc que motos roubadas nas ruas de Fortaleza são levadas para o Gueto e ´desmanchadas´.
Os moradores montaram uma barricada com paus, pedras e até um sofá velho, para impedir ou, ao menos, dificultar a entrada da Polícia no local. 

Crimes
As palavras do morador da favela aos jornalistas traduz o clima reinante naquele local. Por vários anos, o terreno onde estava instalada a fábrica de roupas jeans Villejack ficou preservado, mesmo após a empresa entrar em desativação. 

No entanto, há cerca de três anos, o local foi invadido e se transformou num ajuntamento de barracos, depois transformados em pequenas casas de alvenaria. O amontoado de casebres, com becos para todos os lados, ajudou aos traficantes a se instalarem ali. 

O comandante da 3ª Companhia do 5º BPM (Pirambu), major PM Marden Oliveira, tem determinado a seus policiais realizarem constantes batidas no local. Equipes do Batalhão de Rondas Intensivas e Ostensivas (BpRaio) também fazem constantes incursões com o apoio do Comando Tático Motorizado (Cotam), mas a dificuldade de localizar as armas e drogas dos traficantes é presente. 

“Estamos realizando operações permanentes não apenas lá, mas em outras áreas de risco, buscando fazer o desarmamento e apreender entorpecentes”, conta o comandante do 5º BPM, tenente-coronel Francisco Souto, responsável pelo policiamento em mais de 120 bairros da Capital cearense. 

Armamento e crack são apreendidas na favela
No mês passado, uma grande operação desencadeada na Favela do Gueto (Barra do Ceará) pela Delegacia de Narcóticos (Denarc) e Departamento de Polícia Especializada (DPE) resultou numa expressiva apreensão de armas de fogo de grosso calibre - como escopetas de calibre 2 e pistolas Ponto 40 - além de drogas, munição de diversos tipos e motocicletas roubadas que eram usadas no vai-e-vem dos ´aviões´ do tráfico naquela zona da cidade.

Segundo a Polícia, a dificuldade de entrar no local tem favorecido os traficantes na hora das operações. Eles conseguem fugir ou se escondem nas casas dos moradores e ali ficam até a Polícia ir embora. Também ficou constatado pela equipe da Denarc que motos roubadas nas ruas de Fortaleza são levadas para o Gueto e ´desmanchadas´.


http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1129951



NOTICIA EN ESPAÑOL

Crece la violéncia en la Barra de Ceará.


El pueblo de La Barra de Ceará ha visto crecer en los últimos  meses la violencia en sus calles. Muchas áreas invadidas se han convertido en territorio de tráfico de drogas y lugar de asesinatos.

Son lugares donde la Policía Militar ha tenido que enfrentar en los últimos días, resistencia de los propios moradores en su lucha contra el tráfico. 27 casos de homicidio ocurrieron en la Barra de Ceará desde el comienzo del año.

En la Barra de Ceará, la invasión en el terreno de la fábrica Villejack se ha convertido en la Favela  Gueto, donde los traficantes son ayudados por los moradores haciendo barricadas para impedir la entrada de la policía.

 La Barra de Ceará y Jangurussu, han sido en los últimos meses, una de las mayores dolores de cabeza de las autoridades de la Seguridad Pública en la capital. Estos dos barrios de Fortaleza, que son áreas invadidas, ahora son locales de persistente tráfico de drogas que, aliado a la circulación de armas de fuego ilegales y a la presencia de ex presidiarios y fugitivos de la justicia, contribuyen para  aumentar los índices de asesinatos cometidos por el tráfico contra jóvenes y adolescentes.

Ha sido a partir de esta constatación que la Secretaría de la Seguridad Pública y Defensa Social (SSPDS) mandó a la Policía Militar intensificar sus operaciones de saturación e ocupación en las dos comunidades. En la Barra de Ceará, hay dos puntos considerados críticos que están siendo vigilados día y noche por la Policía Militar.

Gangues o Pandillas

Uno de esos puntos críticos es el Morro de Santiago, en la Comunidad de las ‘Goiabeiras’. Alli, las cuadrillas rivales de traficantes vienen realizando escenas de violencia brutal y dejando a los moradores rehenes del terror en la llamada ‘Favela del Infierniño’. Lo mismo acontece en la ‘Comunidad Villa del Mar’. Dos pandillas llamadas ‘Ratones de la Barra’  y ‘Diablos del Polo’ realizan tiroteos entre ellos casi todos los días.  El último ocurrió hace diez días y dejó el saldo trágico de tres  personas muertas y dos heridas.

Gueto

El segundo local que es una preocupación constante para la Policía en la Barra de Ceará  es la Favela del Gueto. En realidad, se trata de una ocupación ilegal de decenas de familias sin techo que invadieron el terreno donde funcionaba la fábrica de ropas Villejack, en el entroncamiento de las calles Francisco Sá y Senador Robert Kennedy, en la zona Oeste de la ciudad.

En esa favela, la Policía ya registró diversos crímenes de muerte en lo que va de año y encuentra muchas dificultades para controlar la seguridad, ya que los propios moradores son aliados de los traficantes. Drogas y armas están escondidas en ese lugar, La policía ya ha hecho diversas prisiones.

En la noche del último jueves, los moradores hicieron una barricada para impedir que los coches de la policía pudieran entrar. ‘Solamente nuestras motos y el personal de a pie pudieron entrar allí,’ cuenta el comandante del 5º Batallón de la Policía Militar, Teniente-Coronel Francisco Souto, que estaba al frente de la operación llamada “Barrios Seguros”, que quiere reverter la escalada de homicidios en la Región Metropolitana de Fortaleza.
En dos semanas de operación de la Policía Militar en varios barrios de la Capital, se han encontrado  más de 20 armas.



Moradores se tornan rehenes del crímen

“!Salgan de aquí, fuera! Si no ellos van a disparar contra vosotros. Ese negocio de periodistas y nada es la misma cosa para ellos. Salgan de aquí, si no ellos van a disparar contra vosotros.”
Esta advertencia fue hecha por un morador de la Favela del Gueto, en la Barra de Ceará, a los periodistas del Diario del Nordeste, en la semana pasada, cuando el equipo del periódico fue al local para fotografiar el lugar, donde el día anterior los moradores habían montado una barricada con palos, piedras y hasta un sillón viejo para impedir o al menos dificultar la entrada de la policía en el lugar.

Crímenes
Las palabras de los moradores de la Favela a los periodistas traducen  el clima que reina el aquel lugar. Por muchos años, el terreno donde estaba instalada la fábrica de ropas jeans Villejack estuvo preservado aunque la empresa ya había desactivado la fábrica.


Sin embargo, hace tres o cuatro años, el local fue invadido y se transformó en un favela de chabolas miserables, después transformadas en pequeñas casas de alvenaría. Ese monte de casuchas, con callejas para todos los lados, ha ayudado a los traficantes a instalarse allí mismo.

El comandante de la 3º Compañía  del 5ºBPM del barrio Pirambu,  el mayor PM Marden Oliveira, ha determinado a sus policías que realicen constantes batidas en ese local. Equipos del Batallón de Rondas Intensivas y Ostensivas (BPRAIO) también hacen constantes incursiones con el apoyo del Comando Táctico Motorizado (COTAM), pero la dificultad de localizar las armas y las drogas de los traficantes sigue la misma.

“Estamos realizando operaciones permanentes no solo allí, sino en otras áreas de riesgo, buscando desarmarlos y quitarles las drogas”, cuenta el Comandante del 5º BPM, Teniente-Coronel Francisco Souto, responsable por el policiamento de más de 120 barrios de la Capital de Ceará.

Armamento y Crack son aprendidos en la Favela
En el mes pasado, una grande operación se desencadenó en la Favela del Gueto por la Policía de Narcóticos y el Departamento de Policía Especializada. El resultado fue una expresiva aprehensión de armas de fuego de grueso calibre – como escopetas de calibre 12 y pistola Punto 40 – además de drogas, munición de diversos tipos y motocicletas que habían sido robadas y eran usadas en el va-y-ven de los aviones ( como llaman a los menores de edad que prestan servicios a los traficantes) del tráfico en aquella zona de la ciudad.


De acuerdo con la  Policía, la dificultad de entrar en estos lugares ha favorecido mucho a los traficantes en la hora de las operaciones policiales. Ellos consiguen huir o se esconden en las casas de los moradores y allí se quedan escondidos hasta que la policía se va. También ha quedado constatado por el equipo de DENARC que las motos robadas en las calles de Fortaleza son llevadas allí para el desguace.



quarta-feira, 4 de abril de 2012

AUMENTAM ABUSOS SEXUAIS NO BRASIL


Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi instalada ontem, na Câmara dos Deputados, em Brasilia, para investigar denúncias publicadas na imprensa sobre o turismo sexual e exploração sexual de menores.

De acordo com a relatora, o número de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes só aumenta no Brasil. "São 937 municípios com casos comprovados de exploração sexual de menores. O que representa 17% de todas as cidades do país". A relatora também disse que o problema atinge meninas e meninos.
A Comissão destacou as reportagens da Agência Brasil e de jornais da capital federal que denunciam a agressão física e sexual contra meninos e meninas por parte de policiais militares nas ruas de cidades do Distrito Federal (DF). As matérias mostram depoimentos de crianças acusando policiais de utilizarem o poder para praticarem crimes sexuais com essas crianças.

Para a CPI a exploração sexual de menores, além da discriminação de gênero, se caracteriza também pela discriminação étnica e pela desigualdade social, e defende que a comissão tenha como foco a formulação de políticas públicas para o enfrentamento do problema.

No início de março, uma adolescente de 16 anos caminhava de madrugada por uma cêntrica  avenida de Brasilia com mais três colegas. Todos menores de idade e moradores de rua como a jovem - que diz ter abandonado a mãe, usuária de drogas, e os sete irmãos (dois deles, também viciados) por causa da difícil convivência em casa e do próprio vício em crack. Droga que experimentou aos 14 anos, oferecida por uma vizinha.

Apesar de ficar em plena região central da capital federal, a cerca de 2 quilômetros do Congresso Nacional, à noite, o Setor Comercial fica quase deserto, tomado apenas por traficantes e prostitutas. Segundo Vanessa, foi ali que ela e colegas foram abordados por dois policiais em uma viatura. Segundo a jovem, ela foi abusada pelos policiais

Inicialmente, Vanessa não quis contar a ninguém o que tinha acontecido. Depois, encorajada por educadores sociais, decidiu registrar um boletim de ocorrência, segundo ela, na 5ª Delegacia de Polícia, e se submeter a exame de corpo de delito.